sábado, 20 de dezembro de 2008

HISTÓRIA DE ROMA, DE TITO LÍVIO



Acaba de chegar uma obra há muito esperada: a tradução do Livro 1 da História de Roma, de Tito Lívio. Em edição bilíngüe (latim-português), texto traduzido pela professora Monica Vitorino (UFMG), com introdução e notas de Júlio César Vitorino.

História de Roma já está disponível nas melhores livrarias.

HISTORIA DE ROMA LIVRO I - A MONARQUIA (bilíngue latim-português)
Autor: Tito Livio
Tradutor: Monica Costa Vitorino
Introdução e notas: Julio Cesar Vitorino
ISBN: 978-85-87961-30-3
Tema: história geral; história antiga; literatura latina
Páginas: 192
Acabamento: Brochura
Formato: 14 x 21
Peso: 350 g
Idioma: Português e latim
Preço: R$ 32,00


sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Memoria de Ruas



A Crisálida acaba de lançar uma nova edição do dicionário de ruas de Belo Horizonte. O livro já pode ser encontrado nas melhores livrarias:

Título: MEMÓRIA DE RUAS: DICIONÁRIO TOPONIMICO DE BELO HORIZONTE
Autor: Leonardo José Magalhães Gomes
Fotografias: Miguel Aun
ISBN: 978-85-87961-36-5
Tema: geografia do Brasil; história do Brasil; cidades
Páginas: 306
Acabamento: Brochura
Formato: 18 x 20cm
Peso: 650 g
Edição: 2ª
Idioma: Português
Preço: R$ 45,00
Disponível a partir de 12/12/2008.

Sinopse:
Memorias de ruas é uma introdução à história do Brasil, à etnografia indígena brasileira, à geografia do Brasil, sendo, também, um capítulo da história literária e da história política de Minas Gerais. Surpreende mesmo os que acreditam conhecer a cidade ao revelar que aquilo que cruzáramos, durante décadas, como espaço anônimo, é mesmo, contra todas as evidências visuais, uma praça, e além disso de nome ilustre.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Lançamento: Pioneiros do Cinema em Minas Gerais



No dia 08 de dezembro, às 19h, a editora Crisálida e a livraria Usina das Letras, lançam no Palácio das Artes o livro Pioneiros do Cinema em Minas Gerais, de Paulo Augusto Gomes. Na programação, alguns filmes que serão exibidos no Cine Humberto Mauro e em seguida, noite de autógrafos com o autor.

Sinopse:
Pioneiros do Cinema em Minas Gerais" é um livro de pesquisa, um livro de preservação da memória cultural e artística, e, por isso mesmo, um livrofundamental para a consolidação do patrimônio da cultura brasileira. Ele nos mostra como nasceu, criou raízes e se desenvolveu dentro do perímetro das montanhas alterosas a mais popular das artes que atravessou todo o século XX.

"Grande parte do que foi produzido em Minas Gerais pelos pioneiros se perdeu", diz Paulo Augusto Gomes. Mas os sonhos, as ilusões, as procuras, as certezas, o que estou das obras, as amarguras, as brigas, as fugas, tudo que pôde ser restaurado pela memória, foi restaurado. Restaurado, mostrado e, o que é mais importante, analisado, interpretado e preservado. (Cunha de Leiradella)
Serviço:
Lançamento do livro PIONEIROS DO CINEMA EM MINAS GERAIS
Dia: 08 de dezembro de 2008
Hora: 19h
Local: Livraria Usina das Letras - Palácio das Artes
(Avenida Afonso Pena, 1537)


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

primavera dos livros - rio de janeiro

De 27 a 30 de novembro, acontece a já tradicional Primavera dos Livros, um dos mais importantes acontecimentos da LIBRE. Desta vez, o evento será no Museu da República. O endereço é:

Rua do Catete, 153 - Catete - RJ
das 10 às 22h (atenção: no dia 27/11, o evento começa para o público a partir das 19h)

Entrada Gratuita

mais notícias no site da LIBRE: www.libre.org.br

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Livro "História da África: uma introdução" na sua segunda edição




Acaba de chegar a nova edição do livro História da África: uma introdução de Ana Mônica Lopes e Luiz Arnaut. Uma introdução crítica à história do continente africano. Em capítulos sucintos, aborda temas como a idéia de África, as religiões, o comércio, o domínio europeu, os movimentos de independência etc. A edição procura atender àcarência de material informativo sobre a história da África. Traz ainda indicação de livros e filmes para aprofundar o conhecimento do tema.

Serviço:
HISTÓRIA DA ÁFRICA: UMA INTRODUÇÃO
Autor(es): Ana Mónica Lopes, Luiz Arnaut
Capista: Milton Fernandes

HISTÓRIA GERAL
Páginas: 120
Acabamento: brochura
Formato: 14x21
Edição: 2ª
Idioma: português
Ano: 2008

ISBN 8587961195
Preço: R$ 28,00

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

o doente imaginário, informe à imprensa



Editora Crisálida lança segunda edição (bilíngüe) do clássico teatral O doente imaginário, de Molière
Chega às livrarias a 2ª edição da comédia O doente imaginário de Molière, com revisão e posfácio do tradutor Leonardo Gonçalves. A peça, que teve sua primeira edição em 2002, é relançada no momento em que está indicada para o vestibular da UFU (Universidade Federal de Uberlândia).

O doente imaginário é a última comédia escrita e encenada por Molière, no ano de 1673. Segundo relatos da época, na quarta noite da peça, enquanto o autor representava o papel principal, começou a ter crises por causa de uma tuberculose avançada e veio a falecer algumas horas depois em sua casa. Este fato, que tornou-se um marco na história do teatro, é lembrado sempre que se fala em O doente imaginário, a exemplo da encenação feita desde 1996 pelo grupo Galpão desta mesma comédia, que em sua tradução recebeu o título de Um Molière imaginário.

Mestre na arte do riso, Molière é considerado um dos maiores autores teatrais de todos os tempos, ao lado de William Shakespeare e Aristófanes. Escreveu suas peças na época do rei Louis XIV, o grande rei absolutista da França, autor da célebre frase: “O Estado sou eu”. Entretanto, seus personagens e cenas anunciam uma nova forma de ver o mundo: um mundo onde o homem comum é compreendido e onde a aristocracia não é a única agente das decisões políticas de um povo. A mesma visão de mundo que chegaria ao poder com a revolução francesa no final do século XVIII.

Mas O doente imaginário não é um mero registro de uma época histórica. Como toda grande obra de arte, a peça trata de temas que estão sempre na ordem do dia para o ser humano. Em princípios do século XXI, quando se fala na impostura do capitalismo, vendas de placebos, remédios miraculosos para as doenças incuráveis do homem, hipocondria vendida em vitrines e propagandas de televisão, o tema central da peça O doente imaginário (um homem que se orgulha de suas doenças imaginárias resolve dar a mão da filha em casamento para um médico a fim de ter um médico em sua própria casa) é de uma atualidade impressionante.

A segunda edição do livro, revista e com seu posfácio reescrito já era um projeto do tradutor. “Tenho um orgulho especial deste livro, por ter sido minha primeira tradução a se tornar de fato um livro”, afirma Leonardo Gonçalves, “mas esperava uma oportunidade para revisar certas passagens que me pareciam ainda inconsistentes na primeira edição”. Ao longo dos anos, Leonardo vem adquirindo desenvoltura na arte de traduzir, ao mesmo tempo em que aprofunda seus conhecimentos de língua francesa na sala de aula (hoje ele é professor de francês) e na faculdade de letras da UFMG. Além de Molière, Gonçalves vem traduzindo diversos autores (não apenas da língua francesa), tais como o poeta inglês William Blake, o argentino Juan Gelman, o novaiorquino Allen Ginsberg, Gérard de Nerval, Paul Verlaine, Pedro Almodóvar, Léopold Sédar Senghor e Aimé Césaire.

O livro tem obtido boa distinção no cenário cultural brasileiro. Foi adotado algumas vezes na pós-graduação da faculdade de letras UFMG, indicado em 2006 para a prova do T. U. (Teatro Univesitário) e adotado duas vezes no vestibular da UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e no supletivo daquela mesma cidade. A tradução de Leonardo Gonçalves também foi montada em Belém do Pará com título adaptado para “O hipocondríaco” pelo grupo “Palhaços trovadores”.

Além das revisões na tradução, o livro traz também um estudo sobre a época e o teatro de Molière. Trata-se de um posfácio rico em documentos literários do século XVII. No texto, assinado pelo tradutor, compreende-se por que um autor que é considerado um clássico por excelência foi em sua época e ainda é, hoje em dia, criador de um conjunto de situações que subvertem as relações de poder dentro da sociedade.

Artista dos costumes e vícios mais delicados do homem, Molière dedicou toda a sua vida ao teatro, renunciando aos privilégios da família e tornando-se um dos maiores símbolos da arte do palco ao longo dos séculos. Foi autor, administrador da sua trupe, encenador, diretor, ator não só em suas peças, mas em dezenas de outras.

Esta comédia fecha com chave de ouro a sua produção e vem somar-se à longa série de obras que satirizam a medicina. O tema é de grande atualidade: faz pensar nos limites da nossa ciência e na arrogância dos detentores de conhecimentos especializados.

Trechos da orelha do livro:
“A tradução de Leonardo Gonçalves evidencia dois dos motivos pelos quais aquela aristocracia foi incapaz de perceber que sofria ataques tão fortes quanto os que, às vésperas da Revolução Francesa, seriam mais tarde desferidos pelo mais autêntico herdeiro de Molière, Beaumarchais (As Bodas de Fígaro). A elegância do estilo, dos jogos de palavras, da musicalidade, obedeciam ao que o público da velha ordem esperava do teatro, mesmo se faziam isso sem perder de vista a compreensão do público plebeu. Ao mesmo tempo, suas peças eram obras-primas do ilusionismo teatral, brincando com permanente entra-e-sai de personagens que fazia com que o público muitas vezes tivesse informações de que nem todas as personagens dispunham. Da soma destes dois jogos, podemos concluir que, deste seu nascimento, O doente imaginário foi autêntica peça “de classes”, apta para ser compreendida de maneira diferente por grupos sociais diferentes, numa antecipação da força estética e política que, no século XX, teriam comediantes do cinema como Carlitos”.
Marcelo Castilho Avellar

“De todas as peças de Molière, O doente imaginário é sem dúvida a que eu prefiro; é ela que me parece a mais nova, a mais ousada. (…) Eu não conheço prosa mais bela. Ela não obedece a nenhuma lei precisa; mas cada frase é tal que não poderíamos mudar nenhuma sem estragá-la. Ela atinge sem cessar uma plenitude admirável; musculosa como os atletas de Pugget ou os escravos de Michelângelo e como que inflada, sem inchaço, de uma espécie de lirismo de vida, de bom humor e de saúde. Não me canso de relê-la”.
André Gide

Livro: O doente imaginário
Autor: Molière (Jean-Baptiste Pocquelin)
Editora: Crisálida
ISBN: 978-85-87961-35-8
Preço: R$ 28,

Contatos:
Editora Crisálida / Oséias Silas Ferraz:
www.crisalidaeditora.blogspot.com

Leonardo Gonçalves:
www.salamalandro.redezero.org

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Primavera dos Livros - de 25 a 28 de setembro




A partir de amanhã, dia 25 de setembro, a Crisálida participa da Primavera dos livros, evento anual que acontecerá no Centro Cultural São Paulo, de 10 às 22 horas, na Estação Vergueiro do Metrô. O evento é uma realização da LIBRE - Liga Brasileira de Editores.

Saiba mais no: www.libre.org.br